Comemoramos o aniversário do Luís (que não aparece na foto). O rapaz ao centro é amigo dos meninos. Já caiu em um poço! E não é porque é santo...
quarta-feira, 25 de março de 2009
Depois de beber "um copo"
Comemoramos o aniversário do Luís (que não aparece na foto). O rapaz ao centro é amigo dos meninos. Já caiu em um poço! E não é porque é santo...
Primos portugueses
Foi oficialmente promovida pela família da Mónica à categoria de prima. Sinto-me lisonjeada. Uma coisa é você pelo afeto fazer amigos, outra coisa muito diferente fazer "primos". Os meninos são uns amores, na foto estão o Pedro e o Paulo, e a Mónica, pela maciça presença no blog já se pode imaginar como formamos uma boa dupla. A isso chama-se "benção"! Que lindo, meu Deus, meus primos portugueses!
segunda-feira, 23 de março de 2009
sábado, 21 de março de 2009
Dia Mundial da Poesia: você está mais para bula ou para poesia?
Para algumas pessoas poesia está associada ao texto escrito, à palavra. Mas essa é apenas uma das formas de manifestação poética, poesia é um estado de ser. É uma saia colorida, um jeito de olhar para as gentes, uma forma de escolher as palavras, um enxergar envergado, uma maneira de rir-se da vida. Portanto, existem pessoas que estão mais para relatórios científicos e bulas, e outras para a poesia. Eu pertenço à segunda categoria. Somos minoria? Suspeito que sim. O cotidiano exige-nos uma expressão isenta de poesia. A isso chamam objetividade, clareza, coerência, consistência. A poesia escolhe o caminho da “corda bamba”, goza a vertigem no estômago das quedas abruptas, admite a dúvida, a incerteza. O estado poético assume os vazios das nossas frágeis existências e nomeia-o, “palavras que compõem o silêncio...” E é isso, nesse momento da minha vida, em que tantos são os vazios e as faltas, tomo a poesia como quem prova vinho do porto, e sigo brincando a dar nomes! Só a poesia pode me salvar da aridez a que me submeti...
Hoje eu pensei em sair por aí para aproveitar as comemorações do dia da poesia, mas não foi preciso, minha celebração estava a um clique! Vejam este vídeo que encontrei com a Adélia Prado. Assistam! Vi também o Manoel de Barros, “amor da minha vida!” Sim, sou passional, e que não gostar que coma mais e fique bem gordo!
sexta-feira, 20 de março de 2009
Aula prática sobre a produção de queijos
Quem quiser saber de uma aula "giríssima" sobre a produção de queijos com miúdos de seis anos, visite www.almanaquedaciencia.blogspot.com.
Língua de sogra
A Mónica caprichou nos preparativos da festa do Seu Manuel: balões, cartaz, camisetas com a imagem do pai e língua de sogra (que aliás não disse a eles que é o nome que damos no Brasil, a esse brinquedinho que sopra e desenrola!). Claro que todo o arranjo não faria graça se não fossem pessoas como o tio da Mónica, cuja performance garante a alegria em qualquer festa! Há uma foto em que se vê os avós da Mónica, fofos! Beijo especial para D.Luísa!
Fabrico caseiro de pão
quinta-feira, 19 de março de 2009
Amigos da concertina!
Já referido em post anterior...O que eu posso dizer? O impacto que essas cenas têm sobre mim, dispensam qualquer elaboração de idéias. Apenas sinto.
terça-feira, 17 de março de 2009
Amigos da Concertina....e a Ana Paula derrete-se....
Parabéns Seu Manuel!!!
Seu Manuel fez anos no último dia 12 e ganhou uma festa surpresa (surra as avessas!). A Mónica fez camisteas para toda a família em homenagem ao pai. A comida esteve ótima!Aos pouquinhos vou colocando as fotos e os vídeos de todos e de tudo, aqui um aperitivo da animação: um fado puxado por D.Hilda! Já imaginaram a minha cara de contentamento???
Amigos
Português e "brasileiro"
Depois de muito treino Mónica e eu gravamos nossa primeira versão dela falando o portugês do Brasil e eu o portugês do Brasil. Somos péssimas! Canastronas! Mas nos divertimos muito!!
quarta-feira, 11 de março de 2009
Espreitadela na muralha do castelo dos mouros, em Sintra
“Vários, como eu sem dúvida, escrevem para não ter mais um rosto. Não me pergunte quem sou e não me diga para permanecer o mesmo: é uma moral do estado civil; ela rege nossos papéis. Que ela nos deixe livre quando se trata de escrever”.
Michel Foucault -As palavras e as coisas
PS: Botem reparo no mar ao fundo....
terça-feira, 10 de março de 2009
Assassinato, o sapo Jão-Saltador, valentia
A primeira vez que li o poema do Mário Quintana "da vez primeira que me assassinaram", era jovem e ainda não havia experimentado as vilezas dos homens. Na época, não fazia sentido pra mim o que o poeta dizia. Se eu ainda desconhecesse o sentido do poema do Quintana, hoje, ao visitar o blog do Dedalus, algumas vezes citado aqui e incitador de idéias das algumas postagens do "pastel", não teria dúvida sobre o que dizia o poema. Eu estou lá, citada como "doutoranda em educação" que escreveu "obcessão" no lugar de "obsessão" no post "Física Quântica para portugês ver". O post em que apareço, com direito a imagem do blog e tudo, é um alerta para o não-hábito de leitura. E eu que passei a tarde na Fnac, namorando os livros, sentada no chão. Comprei dois, um para oferecer de presente e outro para mim, do Mia Couto, que aparece na contracapa dono de um olhar profundo. Talvez se ele (o Mia) tivesse lido o post nem tivesse reparado no meu tropeço, ou se o tivesse o acharia insignificante diante das idéias circunscritas. Não estou dizendo que ele (o Mia) concordaria com as idéias do post, mas imagino que talvez percebesse a intenção de comunicabilidade no texto, e para ele, isso fosse suficiente, como o é para mim. Tento colocar-me no lugar do Dedalus buscando imaginar o percurso das suas idéias ao escrever o post e suas escolhas discursivas. Fomos três jumentos quase doutores citados no blog como cometedores de erros ortográficos imperdoáveis. Eu não sei se ele os conhece, mas conhece a mim, como quem trocou algumas mensagens até então civilizadas e gentis. O desinteresse dos alunos pelos livros é algo que me entristece, mas com a escola e com os professores que aí estão eu consigo compreender o fenômeno. Sei que o conhecimento (conquistado através da leitura e do estudo) pode ser convertido em poder, aparecendo no discurso no uso excessivo de termos técnicos e uma cerimoniosa erudição (e os outros que corram atrás para entender!). Nesse caso, mostrar que você domina um conhecimento no qual o outro é um ignorante é uma forma de intimidação, de fazê-lo calar. Foi como me senti: uma jumenta, que nem sabe escrever, intimidada por quem o sabe. Ser uma pessoa conhecida do autor do blog abria a possibilidade da interlocução, mas ele preferiu outro caminho. Guardadas as devidas proporções lembrou-me uma ação terrorista, em que não há diálogo, e o outro é intimidado pelo poder. Deixo de agir (de dizer, no meu caso) por medo ás retaliações (aos comentários). Se eu tivesse usado o corretor do word não teria sofrido este constrangimento. Vou corrigir o erro no referido post, e a partir de agora, passarei a usar regularmente o corretor de texto.E esquecerei essa história. Não vou sujeitar-me a censura de quem quer que seja, de intimidação. Não tenho medo de assumir minha ignorância e assumo meu erro. Foi triste "logo eu" servir de ilustração para o não-hábito de leitura. Eu que ganhei concurso nacional de poesia com 9 anos de idade, falando do sapo Jão-Saltador! Mas não foi difícil ler o contexto: já fui assassinada de forma mais valente e audaz! Alguns nasceram para saltar da prancha, outros, para espetarem o bumbum do colega....
Quanto mais longe vou, mais estou voltando pra casa...
segunda-feira, 9 de março de 2009
Batgirl no Museu do Brinquedo
Sintra
Quinta da Regaleira
terça-feira, 3 de março de 2009
Despedidas, ciência, cachecol rosa

A vantagem de se saber da proximidade de uma despedida é poder aproveitar o tempo que resta usufruindo todo gosto possível do "estar". Estou assim. A tese naquela fase de "arredondar" pra descer suave (ou quicar longe!) e eu andando por aí, vendo, ouvindo, sentindo. Comprei uns presentes pro meu sobrinho, coisinhas para alimentar e exercitar a curiosidade do meu miúdo. Um telescópio. Um kit de observação de insetos. Uma furaderia a pilha, porque todo homem que preste precisa saber empunhar uma furadeira. Minha irmã gostou de tudo, menos da furadeira. A concorrência é brava, porque a outra tia do pequeno, minha outra irmã, é professora de educação física o que a torna uma espécie de "parque de diversões particular". De qualquer maneira, como cientista que sou, sinto-me inclinada a garantir estas vivências ao meu amorzinho.Tenho xeretado bastante as seções de brinquedos e literatura científica, buscando novidades para ele e para mim. Infelizmente as publicações encontradas aqui, na Fnac, embora em quantidade maior que no Brasil (a Fnac de São Paulo faz-me rir para não chorar) organizam-se da mesma maneira dos títulos brasileros: ciência divertida á custa de mágica e bizarrices. As publicações traduzidas, do Canadá e EUA, também são desse tipo. Sentei-me no chão e folheei livro por livro, mas as experiências são sempre as mesmas. A diferença está nas ilustrações e no texto, entre ruins e péssimos."Se faz favor!", sei do que estou falando, "pá"! Sempre dois momentos, espante-se com o que vê e chatei-se com a explicação. Bando de incompetentes, inclusive eu. O bom é que andei tendo umas idéias sobre como fazer, mas que não vou contar aqui, se não puder colocar em prática em uma TV vai morrer comigo! Por falar em morrer, estou morta de saudades de casa....Mas com o coração pequenininho de me ir...Porque eu posso e vou voltar a Lisboa, mas as condições dessa viagem nunca mais se repetirão, tudo muito ao meu favor, tudo conspirando para o meu bem...Ai, saudade, sina minha! Felizmente posso saborear o tempo que ainda tenho...
domingo, 1 de março de 2009
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