terça-feira, 9 de dezembro de 2008

sábado, 6 de dezembro de 2008

Vinho do Porto


Campanha de encorajamento da Ana Paula!


Se você visitante passa por aqui regularmente e ainda não deixou seu comentário, essa é a hora! Deixe seu recado e encoraje a Ana Paula, esta blogueira que vos fala, a estudar bastante e continuar a mandar fotos dos lugares lindos que está a conhecer!
Bom, na verdade eu gostaria mesmo era de saber quem me visita, quem anda todo dia por este território. Vamos ver quantos atenderão meu chamado, depois conto aqui. Quem for mais tímido e quiser escreva-me no e-mail! Vamos lá, mostre sua cara!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Receita para não pensar....


O que vocês acham de um programa sobre física do cotidiano apresentado pelo Vinny?Bota lenha na fogueira...

PS: As vezes "não pensar" é tão importante quanto o pensar.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Durex não é bem durex....

Hoje voltou a chover o que fez a temperatura cair um pouquinho. E eu como os portugueses que podem, fico na toca, á espera de uma melhora. Por isso as ruas ficam vazias, estão em casa, ou nos muitos espaços subterrâneos. Quer dizer, eu na verdade precisei me encapotar e ir ao Banco do Brasil desbloquear meu cartão. Havia uma moça com a meia de lã furada. Acho que ela não tinha conhecimento do furo, um furo inciental. Estudei menos do que devia, dispersa...O "Pai Natal" do shopping acenou para mim. Mas não era o Papai Noel de verdade, eu o conheço bem. Descobri que "durex" em Portugal não tem nada a ver com a fita adesiva do Brasil. Durex aqui é marca de preservativos. Comprei, depois do mico, uma fita-cola para embrulhar o presente da Tess que faz anos nos próximos dias. O inverno ainda não começou! Enquanto postava tomei uma sopa quetinha a mim ofertada pela Tess. A família ainda não "sopeou", estão a arrumar a casa com os enfeites de Natal. Eu recebi um pequeno presépio e um delicado anjo para colocar no meu "caótico" quarto. Não é tão caótico asim, culpa da bola de pilates. Raspei o prato! Minhas mãos se aqueceram...Vou lavar minha louça e dormir mais cedo...E continua a chover...

Sabor cera de ouvido

Enquanto em Lisboa professores mobilizam-se para garantir o respeito pelo magistério, prossigo a pensar a instituição escola para minha tese, e encontro:

"Há que se notar que 45,1% daqueles entre 15 e 17 anos que estão fora da escola não estão porque não querem a escola que aí está. Este é o dado a ser ressaltado."
Fundação Getúlio Vargas, 2007 (Centro de Políticas Sociais)

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Iluminação de Natal no Campo Pequeno







Peço desculpas pelas minhas péssimas fotos. O que era para ser uma mostra da linda decoração de Natal na Praça dos Touros, graças a minha incompetência com minha máquina nova, converteu-se nessas fotos "amarelas". Prometo que até o Natal melhoro! Não está muito frio, 12 graus celsius (blablabla). Tô até gostando do frio, namoro-o entre uma luva e um cachecol. Rozane, não esqueci do seu pedido para filmar "caminhos". A última foto mostra a entrada do shopping, sob a arena da praça. Lugar bonito...Ou, em português de Portugal, um sítio giro...

Ponte Vasco da Gama sobre o rio Tejo, indo para a cidade do Barreiro











A ponte tem 12 Km e levamos uns 6 minutos para atravessá-la. Do outro lado da ponte, na cidade de Barreiro, acompanhei a aula de uma turma por volta dos 12 anos em uma escola pública de uma cidade próxima a Lisboa. Uma aula de física, sobre astronomia. Os "miúdos" utilizaram um roteiro que buscava fazê-los entender o conceito de "velocidade média". A turma foi dividida, uma parte estava na aula de física, e o restante na aula de biologia. O laboratório era um laboratório como os concebemos e conhecemos no Brasil. Há aqui a figura de um técnico que auxilia o professor no preparo e limpeza do laboratório após a aula. O professor que já se aventurou a realizar aulas práticas no Brasil sem esse tipo de suporte sabe como isso pode contribuir para o trablaho do professor. Uma diferença interessante é que aqui, a partir dos 10/11 anos os meninos têm aulas separadas das "cadeiras" de biologia, física, química e geologia. No Brasil, o biólogo ministra as aulas de "ciências" que congrega estas disicplinas, sendo que geologia é assunto parelho entre ele e o professor de geografia. Pensei como seria bom ter as aulas de ciências só para estudar biologia, muito embora adore (depois de muito sofrer) alguns assuntos da física e da química, sem falar nas delícias tectônicas da geologia. Os miúdos mostraram-se interessados na aula e fizeram a bagunça de sempre. De sempre. Os impulsos e a efervescência hormonal é humana, universal. Eles chamam a professora de "setora" uma abreviação de algo que no passado era algo como professor doutor ou senhor doutor. Em Portugal, no momento, os professores estão em estado de alerta por conta de um sistema de avalição imposto pela Ministério da Educação. Estão todos muito bravos. Amanhã pretende-se uma greve geral, volto a falar disso então. Por hora, só declaro estar com saudade de ter miúdos meus.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Coisas para aquecer o coração...





...em dias frios! Um móbile vindo do Brasil, laranja sol. Uma caneca de gatinhos e chocolate quente. Uma sopa quentinha feita pela Tess e a mim oferecida ao chegar da faculdade.

O jejuador do Kafka


São tantas e tão volumosas as cobertas, que me sinto o jejuador do Kafka...Mas "ainda" não tão magra...Onde está Ana Paula?

A azeitona da empada!


Tô me achando!

domingo, 30 de novembro de 2008

Baladinha brasileira na hora do café


Tiraram alguns dos meus vídeos preferidos do youtube! Enquanto alguns oferecem-se sem medo ao mundo, outros recolhem-se e empodeiram-se...E eu sigo, capuccino e Frejat em manhã fria em Lisboa...Aproveito a deixa para dizer que tenho escutado com frequência músicas brasileiras. Toquinho no metrô, Vanessa da Mata em lojas, Latino em restaurantes, sim...Latino...

sábado, 29 de novembro de 2008

Aracine!

Tipo uma almôndega só que leva arroz, polpa de tomate, azeite,cebola, ervilha, carne refogadinha...no centro grande suspresa...um pouquinho de ricota para derreter quando estiver quente...Faz-se bolinhas, cobre-se com farinha de rosca e chiiiiiiiiiii (frita-se!). Receita do Luigi...Se eu voltar magra será um milagre! Por favor, se a escrita estiver errada, ou algum ingrediente in-dis-pen-sá-vel foi esquecido...corrija-me! Receita italiana, em Lisboa. Lar cosmopolita! Prato para o jantar, já que sair com chuva e frio de 3 graus celsius (bablabla) ninguém encara!

Lição simples....



Quatro pares por oito euros,

cuidadosamente lacrados.

Por fora "bela viola"...

por dentro "pão bolorento"!

Olha quanta linha sobrando,

coisa feia meu Deus!

Pele

Está frio, chovendo fininho, o sol brincando de esconder atrás de antipáticas nuvens. Acordei cedo, ainda não fiz o pilates. Mas pintei o cabelo, tomei um belo banho, domei a franja. Dei uma geral no quarto. Teclo de luvas vermelhas, Ruth! Vermelhas! No banho fiquei a pensar, como é fácil de entendermos porque temos mais intimidade com o corpo no Brasil. Só vejo meu corpo na hora do banho! No restante do tempo, ando toda coberta, exposta só a pele da face e ás vezes, quando não estou usando luvas como agora, a pele das mãos. Vejo juntas avermelhadas, pobres mãos! No Brasil, é o ombro que surge em uma camiseta, as pernas á mostra enquanto ando de bicicleta, umbigos, joelhos, costas...Mas isso dos corpos estarem sempre cobertos tem implicações. Desde que cheguei não vejo nada que lembre nem de longe uma mulher melancia, ou jaca, ou anona que seja! Todos os bumbuns cobertos. As propagandas são suaves, mesmo as que falam de roupas de baixo. Acho que meus pensamentos ficaram menos sexuados. Mas acredito também que seja pela concorrência mental, afinal meu cérebro devidamente escondido tem precisado aprender muitas informações novas, do metrô aos nomes das pessoas que estou conhecendo. Vamos ver se depois, com as demandas sobcontrole, os pensamentos sobre corpos voltarão...Afinal, "erótica é a alma..." (Adélia Prado).

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Somos zebras?

Voltemos á minha época do rádio, quando minhas palavras precisavam ajudar ao interlocutor a construir a cena, a paisagem. As imagens oferecidas tiram um pouco a graça da brincadeira, pois o outro não precisa adivinhar, imaginar, você já mostra como é. Por isso o rádio é tão mágico, há a co-construção. Por isso os livros são fantásticos...Deixam uma brecha criativa para o outro que ouve, que lê. Não que eu não aprecie filmes e televisão, eu adoro, mas trata-se de uma viagem por demais sabida, passiva..Ontem não produzi imagens, não fotografei. Estou "a trabalhar" em minha tese. Fui também á universidade. A aula era sobre avaliação, mas os alunos esbarraram na idéia de motivação. Os alunos precisam estar motivados e se não estão, a responsabilidade é do professor. Motivar, dar um motivo, despertar o interesse para...acompanhar um programa de televisão? A certa altura, alguém disse, sim, seria bom se a motivação fosse instrinseca, se os alunos reconhecessem neles que é bom aprender. Tá aí a cerne da minha tese.

Li ontem também que o Saramago está no Brasil divulgando o livro novo dele, o do elefante e que ele é contra a homogeneização do português, "somos iguais, mas somos diferentes". E aí um poliítico, no mesmo artigo diz, "ah...há liberdade que só se aplica aos escritores, aos demais que seja uma língua única. Isso nos fará mais fortes". Eu adoro ouvir s portugueses de Portugal, a prosódia, as sílabas que se encurtam, as sílabas que se apressam, as frases-expressões que são metáforas visuais, uma hora farei um post só sobre isso. Identidade... necessidade de sermos fortes perante "outros". Ontem, conversando com uma amiga, falamos sobre "falar mal dos outros" e mais do que "de quem você fala mal," fiquei a pensar "com quem você fala mal" de outrem. Duas pessoas que compartilhem identidades juntam-se para tecer cometários ruins sobre outras pessoas. Isso parece coisa de zebra e cervo, que andam em bando para diminuir a chance de serem presas, a vizinha o será se tudo ajudar! Ser igual é o passe para integrar o bando, estar no bando é ser mais forte. Bom, talvez o que o Saramago deseje seja por demais sofisticados para a humanidade...ainda somos "um bocadinho" zebras"...

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Universidade de Aveiro, norte de Portugal











Ontem estive na cidade de Aveiro. A viagem feita na compania da minha professora foi excelente. Ele me contou muitas histórias lindas sobre a história de Portugal, cheias de príncipes, princesas, santas e milagres. Ninguém passa da idade para histórias bonitas. Aveiro é uma cidade pequena e bonita. Aprendi uma apalavra nova: ria. Ria é um braço do rio próximo ao mar (na primeira foto vê-se com boa vontade a água). Na universidade as pessoas foram gentis e hospitaleiras, como tem sido sempre para mim em Portugal, desde que cheguei. A cidade de Aveiro tem uma atração a mais: doces. Os famosos docinhos de Aveiro,que nãofotografei pois minha gula foi mais rápida que minhaa máquina, são duas conchas de massa de trigo finíssima e dentro um creme de ovos. Alguns portugueses podem achar que nunca vi comida no Brasil! Mas, como disse antes de embarcar, conhecer um país por sua culinária....

Enfim, o pastel de santa clara!











terça-feira, 25 de novembro de 2008

Com vocês, anona!





Meu amigo Paulo Lessa tem um blog, o http://www.anonadas.blogspot.com/ e já havia me falado da tal fruta, a anona. Mas, provocador que sabe ser, semeou minha curiosidade e deixou-me livre para investigar sobre a tal. Tudo isso ainda no Brasil, eu nem imaginava, que ia chegar em Lisboa e encontrar anonas nas bancas de frutas. Hoje provei. Lembra um pouco fruta do conde. Mas sei que esta também não é das mais populares e conhecidas. A massa é branca, macia e doce. Sinto muito, não lembra nada que conheça, mas é gostosa, vou repetir. Por fora, algumas têm formato de coração! E quem for ao blog do Paulo verá por coincidência um post dele sobre a anona até com o nome científico. Levo umas sementes? Tráfico biológico....Aqui a associam com á Ilha da Madeira. Lembrei-me do simpático livro de Paloma Amado, filha do Jorge Amado, que fez um livro sobre as frutas que aparecem no livro do pai e que começa o livro contando uma brincadeira de criança da sua família, que era dizer "se eu fosse uma fruta eu seria...". Já fiz isso em uma oficina para professores e nos divertimos muito. Eu seria uma manga. Paulo, você seria uma anona? E você, que fruta seria?

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Chuva e pilates

Dia nublado e chuvoso. Trabalhei na tese. A previsão é de que a temperatura continue a cair, teremos dois graus celsius (não encontrei no teclado o símbolo!) até o fim da semana. O picolé precisa produzir muito, pensar, ter idéias novas...Na semana passada acompanhei duas aulas na Universidade. Uma sobre avaliação dos professores, que estão muito bravos com o modelo imposto pelo governo. Na outra aula minha professora começou perguntando para os alunos o que significa "aprender". Pergunta simples, mas a resposta escorrega feito sabonete. A professora argumentou que a concepção de "aprender" de cada professor reflete-se no jeito de ensianr de cada um de nós. A discussão da aula transcorreu com o assunto esbarrando nas minhas reflexões de tese inúmeras vezes. Qual a profunidade do conhecimento a ser oferecido para os alunos? Profundidade. Na minha qualificação houve uma questão sobre a profundidade dos programas de televisão, sobre a ciência presente nestes programas. Pprofunidade não esconderia um certo ranso de "quantidade"...? Dei uma volta depois do almoço, fui fazer umas compras e encontrei ENFIM minha bolapaa pilates, aí na foto compondo a cena.

domingo, 23 de novembro de 2008

Domingo, sol, Irene no pedaço...

Hoje ficarei recolhida. Está um dia lindo. Azul, azul e azul. A gaivota voltou a aparecer e com luz a foto ficou um pouco melhor, ganhou nome: Irene. A semana foi muito boa, estou gostando muitíssimo da cidade e sendo bem recebida pelas pessoas. A-co-lhi-da. Preciso roganizar a rotina de trabalho, amanhã é segunda-feira, começar com o pé direito. Mais tarde escrevo mais aqui ainda...

Ontem no oceanário...

Todo o oceanário possui som ambiente: avez, baleias, bichinhos de toa espécie. Essa sou eu, animadísima "captando" e apreciandoos sons...e era só o começo...

Fora do oceanário, nos restaurantes a beira mar, o som é outro: música braisleira. Algém merece estar diante do mar, em lisboa e ouvir "hoje é festa lá no meu apê"?

Oceanário de Lisboa





No livro dos Abraços do Eduardo Galeano, há um texto no qual o filho ao ser apresentado ao mar diz ao pai cheio de espanto "pai, me ajuda a olhar!" (acho que já falei sobre isso em um dos meus blogs...peço desculpas se sou repetitiva, é a idade...). O Oceanário é um lugar assim, os olhos famintos querem engolir tudo, sorver, engolir, "lamber os beiços". Eu não sabia se contemplava, se filmava...Queria ver tudo! Resultado, voltarei ao oceanário inúmeras vezes, até me saciar (o que acho sinceramente impossível de acontecer!). Algumas das coisas vistas, só poderão ser compartilhadas com vocês por descrição, pois o escuro era necessário para o bem viver dos bichos e para melhor visulaização dos vistantes. Por exemplo, corais bioluminescentes, lilases, um corredor escuro e tcharan! vida em lilás de todo jeito...Algumas das imagens vistas eu só havia visto em livors, já imaginou a emoção da bióloga aqui? Vi um peixe, parente do cavalo-marinho, que para se esconder e cofundir por entre algas marelas, possui o corpo cheio de extenções amarelas imitando a tal alga. Nada suave, alegórico....O nome dado a ele é um banho de água fria, "peixe-dragão". O biólogo que deu esse nome deveria queimar no inferno, façame o favor. O "peixe-alga" é uma das criaturas mais incríveis da planeta, não tenho dúvida. Biólogos, por favor, mais poesia, sim?! Esse não fotografei, não havia luz suficiente. Vi também, e muito me emocionei, medusas bebês. Há uma seção no oceanário chamada "bastidores" na qual eles apresentam ao público a "quarentena" o "berçario". Bom, no livro tá lá, todas as fases até que tenhamos as transparentes água-vivas. Pois atraquei-me visulamente a um vidro cheio de "bebês" minúsculos, dimensão de unha do dedinho, em muitas fases difernetes. Já viram alguém chorar em um oceanário? Precisei me conter! Fotografie ao lado as medusas crescidinhas, há um post para elas (bailarinas...). Lindas, lindas, lindas... Peço desculpas se as imagens ficaram escuras, são as condições do oceanário somadas a minha incompetência. Devo melhorar até o fim da viagem. Por favor, tenham também paciência com os muitos posts sobre o Oceanário,amei o lugar, acredito que será o meu favorito, memso sem ter visto todos que AINDA estão por vir. A primeira imagem é um enorme animal feito de latinhas recicladas, que integra a exposição Monstros Marinhos. As outras são do Oceanário, dentro, fora.....



Peixão....

Como crianças....